quarta-feira, 23 de agosto de 2017

TEMER AVALIA CORTE NO PLANO DE SAÚDE DOS FUNCIONÁRIOS DOS CORREIOS


O governo Michel Temer estuda a possibilidade de redistribuir o custeio do plano de saúde dos Correios, hoje bancado em 95% pela estatal e em 5% pelos servidores.
Segundo a Folha de S. Paulo, a cúpula da empresa alega que o benefício gerou deficit de R$ 300 milhões em 2016, o que justificaria eventuais alterações. A proposta, no entanto, deve gerar reação entre os funcionários, segundo os quais Temer estaria "sucateando" a estatal com o objetivo de privatizá-la.

Além das mudanças nos Correios, o governo federal, também segundo a Folha, pretende estimular a demissão de até 2.500 funcionários da Empresa Brasil de Comunicação por meio de PDV (Programa de Desligamento Voluntário) já enviado ao Ministério do Planejamento. Fonte: Notícias ao Minuto.

PF ISENTA DILMA EM INVESTIGAÇÃO SOBRE OBSTRUÇÃO DE JUSTIÇA


A Polícia Federal não encontrou indícios de que a indicação do ministro Marcelo Navarro para o STJ (Superior Tribunal de Justiça) tenha sido uma maneira de atrapalhar as investigações da Lava Jato, apurou a reportagem.
Com isso a PF isenta a ex-presidente Dilma Rousseff, o empresário Marcelo Odebrecht, o ex-ministro da Justiça José Eduardo Cardozo e o ministro do STJ Francisco Falcão, além de Navarro, da suspeita de crime de obstrução da justiça.
O inquérito foi aberto no ano passado a partir de da delação premiada do ex-senador pelo PT Delcídio do Amaral (MS).
A conclusão do relatório já era esperada por pessoas ligadas à investigação. A PF teve dificuldades em conseguir provas das declarações feitas por Delcídio.
A PF não sugere o arquivamento da investigação relativa a Navarro, mas, ao informar que não encontrou indícios de prova, o relato equivale a uma recomendação de arquivamento.
O relatório é sigiloso e foi encaminhado ao ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no STF. Agora, a Procuradoria-Geral da República deve se manifestar sobre o caso.
A PF também recomenda o desmembramento da investigação relativa ao ex-ministro Aloizio Mercadante, para que o caso seja investigado fora do Supremo, no âmbito da Justiça Federal do Distrito Federal, já que não há o envolvimento de pessoas com foro privilegiado. Fonte: Notícias ao Minuto.

terça-feira, 22 de agosto de 2017

GILMAR TEM ‘LIGAÇÕES EVIDENTES’ COM ‘REI DO ÔNIBUS’ DIZ PROCURADOR


Membro da força-tarefa da Operação Lava Jato, o procurador Carlos Fernando dos Santos Lima afirmou nesta terça (22) que o ministro do STF Gilmar Mendes tem "evidentes ligações" com o empresário Jacob Barata Filho, investigado por suspeita de corrupção no Rio.
"São ligações que Gilmar e seus familiares têm, objetiva e subjetivamente, com o empresário que foi preso", afirmou, em entrevista coletiva.
O ministro foi padrinho de casamento da filha de Barata Filho, conhecido como "rei do ônibus", em 2013 - o noivo era sobrinho da mulher de Gilmar.
Na semana passada, o magistrado concedeu habeas corpus a Barata Filho, preso em desdobramento da Lava Jato. Pouco depois, o juiz federal Marcelo Bretas determinou nova prisão preventiva contra ele. Na sexta (18), o ministro deu nova decisão e soltou Barata Filho.
Depois da sucessão de habeas corpus, a Procuradoria-Geral da República pediu a suspeição do ministro Gilmar Mendes nesse caso, nesta segunda (21).Segundo Lima, a força-tarefa da Lava Jato no Paraná apoia o pedido, que vê como a decisão "mais acertada".

A suspeição ainda não foi julgada pela presidente do STF, ministra Cármen Lúcia. Com informações da Folhapress. Fonte: Notícias ao Minuto.

COLLOR VIRA RÉU EM PROCESSO DA LAVA JATO NO SUPREMO


Por unanimidade, a Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) aceitou hoje (22) denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o senador Fernando Collor (PTC-AL) pelos crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa. Com a decisão, Collor vira réu nas investigações da Operação Lava Jato.
A PGR acusa o parlamentar de receber R$ 29 milhões em propina pela suposta influência política na BR Distribuidora, empresa subsidiária da Petrobras. Segundo o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, além de Collor, estão envolvidos no suposto esquema a mulher do senador, Caroline Collor, e mais seis acusados que atuavam como “operadores particulares” e “testas de ferro” no recebimento dos valores.
Os ministros  Gilmar Mendes, Dias Toffoli, Ricardo Lewandowski e Celso de Mello seguiram o voto do relator, Edson Fachin. Sem entrar no mérito das acusações, que serão analisadas ao fim do processo, Fachin entendeu que a denúncia contém os indícios legais que autorizam a abertura de ação penal contra o senador.
A denúncia afirma que o senador comprou carros de luxo com o dinheiro da suposta propina. Entre os veículos estão um Lamborghini, avaliado em R$ 3,2 milhões, uma Ferrari (R$ 1,4 milhão), um Bentley e duas Land Rover. Em julho de 2015, os carros de luxo foram apreendidos na residência particular do senador em Brasília, conhecida como Casa da Dinda.
Outro lado. Na semana passada, durante a primeira parte do julgamento, os advogados de Collor defenderam a rejeição da denúncia. O defensor de Collor sustentou durante o julgamento que não há provas de que o parlamentar teria recebido dinheiro desviado. Para o advogado Juarez Tavares, não há ato de ofício que possa comprovar contrapartida por parte do senador para receber a suposta propina.

"Não há prova efetiva de que o senador Collor de Mello tivesse recebido dinheiro destas entidades às quais estaria vinculado, ou seja, a BR Distribuidora, os postos de gasolina ou as empresas privadas às quais fazia contrato. Não há uma prova de que o ingresso nas contas do senador advém dessas empresas ou de atos vinculados à realização desses contratos”, disse o advogado. Com informações da Agência Brasil. Fonte: Notícias ao Minuto.

ANIMAIS NAS RODOVIAS, ACIDENTES À VISTA


Andar nas rodovias asfaltadas desta área próxima a Guarabira, tem sido uma verdadeira aventura para os motoristas, e a qualquer hora do dia ou da noite. É que alguns proprietários de animais como cavalos, caprinos, bovinos e jumentos se descuidam de suas responsabilidades de criadores e os deixam soltos à margem da estrada. Num piscar de olhos eles estão sobre a faixa de rolamento. Quando o motorista ou motociclista se dá conta da presença do animal à sua frente, os freios são ineficientes e o choque é inevitável. Feliz aquele que ainda consegue ser conduzido  a algum hospital, pois outros têm perdido a vida.

Reclamar a quem se ninguém se habilita a tomar uma providência? As prefeituras realmente poderiam intensificar uma fiscalização severa sobre esses animais soltos, apreendendo-os e cobrando multas pesadas sobre os seus proprietários. Muitos prefeitos não tomam nenhuma atitude sobre apreensão de animais soltos nem nas vias das suas cidades, imaginem se vão querer atuar em área rural?

E o Ministério Público não poderia acionar as prefeituras sobe o assunto? Tentar dialogar com os gestores municipais procurando melhorar a segurança dos condutores de veículos nas estradas e nas próprias vias públicas das cidades em que trabalham? Todos ficariam agradecidos, inclusive eles mesmos que também arriscam as suas vidas e dos seus familiares diante da possibilidade de encontros desagradáveis com animais, quando em suas viagens.  

Rara a semana que não se encontra alguém nas emissoras de rádio e nas redes sociais reclamando da soltura de animais na cidade ou nas estradas que lhe dão acesso. Alguém precisa fazer alguma coisa. A população precisa reclamar providências de forma mais veemente.

Vindo de uma Missa na noite de 16 deste mês, entre Rua Nova (município de Belém) e a localidade Ladeira de Pedra, nos deparamos com três cavalos soltos sobre o leito da rodovia. E vários carros de passeio e caminhões trafegavam em direção a seus destinos. Todos sinalizavam com os faróis anunciando que havia algo de anormal à frente. Não sei como terminou a noite/madrugada dos que por ali trafegaram.

Queira Deus todos tenham chegado bem aos seus destinos.


Em 2016, segundo o G1 PARAÍBA, a Polícia Rodoviária Federal apreendeu quase 400 animais em rodovias paraibanas em menos de 3 meses de atuação. As rodovias desta região em que está localizado o município de Guarabira não são federais, pelo que não cabe atuação da PRF.
(Foto colhida do Portal G1 PARAÍBA)